Porque é tão difícil viver de arte no Brasil? 05/12/2007
Porque no Brasil não há valor a arte. Infelizmente, essa é a resposta. Na Suiça, por exemplo, um artista de rua consegue viver tranquilamente apenas com a contribuição das pessoas. Aqui, elas vão ao Cirque du Soleil (que é um espetáculo belíssimo, diga-se de passagem) e pagam R$ 300,00 pelo ingresso, mas quando vêm um artista de rua no semáforo, não são capazes de pagar uma moedinha de dez centavos pela apresentação... E ele merecia ganhar, afinal, passa o dia todo trabalhando, como os artistas do famoso circo.
Precisamos aprender a valorizar a arte. A saber que cada um de nós tem um propósito na vida e um lugar nesse mundo. O alfaiate veste, a cozinheira prepara a refeição, o artista entretém... E, no final de tudo, tudo é arte. E no final de tudo, estamos todos, uns servindo aos outros. O importante é seguir o caminho com Amor. O perfumista, o relojoeiro, o tapeceiro perguntam: "O que há de nobre em fazer o que faço?" O correto é perguntar: "estou fazendo o que gosto, o que amo?" Se perguntasse, ouviria a voz de seu coração: "somente quem faz o que ama, pode viver com alegria, servir com Amor e espalhar o Amor". Essa é a Verdade. Esse é o Caminho.
Quem tem Amor no que faz, vai até o fim, mesmo não conseguindo viver de sua arte ou trabalho (que são a mesma coisa), mesmo tendo que investir muito para ganhar pouco, mesmo que tenha que tropeçar em muitas pedras no caminho. Mas como disse Fernando Pessoa: "Pedras no caminho? Guardo todas. Um dia construirei um castelo". Dificuldades? Todos temos, em todos os setores da vida, com certeza. Mas quem disse que as coisas seriam fáceis?
É difícil viver de arte pois acreditamos que não recebemos o valor que merecemos. Mas isso é uma ilusão e ela se dissipa quando colocamos o Amor acima de tudo e descobrimos que o valor, em primeiro lugar, deve vir de nós para nós mesmos.
Lis-Andros
Precisamos aprender a valorizar a arte. A saber que cada um de nós tem um propósito na vida e um lugar nesse mundo. O alfaiate veste, a cozinheira prepara a refeição, o artista entretém... E, no final de tudo, tudo é arte. E no final de tudo, estamos todos, uns servindo aos outros. O importante é seguir o caminho com Amor. O perfumista, o relojoeiro, o tapeceiro perguntam: "O que há de nobre em fazer o que faço?" O correto é perguntar: "estou fazendo o que gosto, o que amo?" Se perguntasse, ouviria a voz de seu coração: "somente quem faz o que ama, pode viver com alegria, servir com Amor e espalhar o Amor". Essa é a Verdade. Esse é o Caminho.
Quem tem Amor no que faz, vai até o fim, mesmo não conseguindo viver de sua arte ou trabalho (que são a mesma coisa), mesmo tendo que investir muito para ganhar pouco, mesmo que tenha que tropeçar em muitas pedras no caminho. Mas como disse Fernando Pessoa: "Pedras no caminho? Guardo todas. Um dia construirei um castelo". Dificuldades? Todos temos, em todos os setores da vida, com certeza. Mas quem disse que as coisas seriam fáceis?
É difícil viver de arte pois acreditamos que não recebemos o valor que merecemos. Mas isso é uma ilusão e ela se dissipa quando colocamos o Amor acima de tudo e descobrimos que o valor, em primeiro lugar, deve vir de nós para nós mesmos.
Lis-Andros

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